Fonte: http://professor-ruas.yolasite.com/resources/Aula4_b.pdf
Nos casos de doenças ou agravos de natureza aguda que coloquem em risco a população exposta
por um período limitado em área restrito, a incidência é chamada de taxa de ataque.
É aplicada aos surtos epidêmicos, ou seja, epidemias restritas. Refletem a descrição deste tipo particular de epidemia os eventos localizados de curta duração.
A taxa de ataque é definida como:
(número de pessoas em risco de desenvolver uma certa doença)
(número total de pessoas em risco)
Esta taxa é semelhante à taxa de incidência, que também é usada para doenças crônicas. A taxa de ataque pode ser específica para uma determinada exposição. Por exemplo, a taxa de ataque em pessoas que comeram um certo alimento é chamada de taxa de ataque específica por alimento, e é calculada por:
(número de pessoas que comeram um certo alimento e ficaram doentes)
(número total de pessoas que comeram um certo alimento)
Em geral, o tempo não é explícito na taxa de ataque, pois se sabe quanto tempo depois da exposição a maioria dos casos se desenvolveu. Dessa forma esse tempo não é muito diferente para cada um do conjunto dos expostos
Uma pessoa que ficou doente após uma exposição, por exemplo, a um alimento contaminado é chamado caso primário (ou caso índice). uma pessoa que adquire a doença pela exposição ao caso primário é chamada de caso secundário. A taxa de ataque secundária é, portanto, definida como a taxa de ataque em pessoas suscetíveis que foram expostas a um caso primário sendo uma boa medida de disseminação pessoa a pessoa depois que a doença foi introduzida na população. Usualmente calcula-se a taxa de ataque de ataque secundária em membros da família do caso índice.
Veja um exemplo de cálculo de taxa de ataque:
Esse é o primeiro passo para determinar qual o alimento (ou alimentos) envolvidos em um surto determinado, mas não é suficiente, pois precisaríamos saber qual a taxa de ataque entre aqueles que não comeram determinado alimento. Quando maior a diferença (taxa de ataque entre os que se alimentaram - taxa de ataque entre os que não se alimentaram), maior é a desconfiança de que a diferença positiva esteja associada ao consumo do alimento específico.
Contudo, a maior taxa de ataque é a para a salada de batata e, dentre os alimentos listados, já podemos desconfiar de que, se seu consumo esteve associado a uma maior taxa de ataque, deve ser um dos alimentos implicados no surto. Mas, ainda não temos certeza...
referência: http://www.amazon.com/Epidemiology-STUDENT-CONSULT-Online-Access/dp/145573733X; http://www.cambridge.org/de/download_file/211553/
Veja um exemplo de cálculo de taxa de ataque:
Esse é o primeiro passo para determinar qual o alimento (ou alimentos) envolvidos em um surto determinado, mas não é suficiente, pois precisaríamos saber qual a taxa de ataque entre aqueles que não comeram determinado alimento. Quando maior a diferença (taxa de ataque entre os que se alimentaram - taxa de ataque entre os que não se alimentaram), maior é a desconfiança de que a diferença positiva esteja associada ao consumo do alimento específico.
Contudo, a maior taxa de ataque é a para a salada de batata e, dentre os alimentos listados, já podemos desconfiar de que, se seu consumo esteve associado a uma maior taxa de ataque, deve ser um dos alimentos implicados no surto. Mas, ainda não temos certeza...
referência: http://www.amazon.com/Epidemiology-STUDENT-CONSULT-Online-Access/dp/145573733X; http://www.cambridge.org/de/download_file/211553/
--- Veja essa questão:
Uma taxa de incidência, geralmente expressa como percentagem, quando
aplicada em populações específicas por períodos limitados de tempo como nos
surtos ou epidemias, é conhecida como:
A) Taxa ajustada
B) Taxa de ataque.
C) Taxa de mortalidade.
D) Taxa de densidade de incidência.
Comentário: fica clara a relação entre incidência, mais geral e taxa de ataque, mais específica.
Fonte: FUMARC / 2006 / Prefeitura de Belo Horizonte / Dentista - Área Cirurgião Dentista Epidemiologia
A) Taxa ajustada
B) Taxa de ataque.
C) Taxa de mortalidade.
D) Taxa de densidade de incidência.
Comentário: fica clara a relação entre incidência, mais geral e taxa de ataque, mais específica.
Fonte: FUMARC / 2006 / Prefeitura de Belo Horizonte / Dentista - Área Cirurgião Dentista Epidemiologia




